Telhados de Paris.

Aproximou-se do aparelho de som e gentilmente selecionou: Charles Aznavour- La Bohéme.

O relógio no canto da parede, apontava: quinze para as cinco da tarde. A chuva que caía lá fora enfeitava o céu e os vidros da janela, em um singular ballet.

Segurou-a pelos braços e lhe disse, olhando-a fixamente nos olhos: “Apaixonarme-ia por você nesse, ou em qualquer outro continente.” Pronunciava essas e outras doces palavras, enquanto à beijava, apaixonadamente.

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Uma resposta em “Telhados de Paris.

  1. Olha só que coincidência!
    Eu estava ouvindo a mesma música e, acredito eu, na mesma hora do dia. Me lembro da chuva.
    A diferença é que a ouvi via YouTube.
    😉
    Boa semana!
    Beijos

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