Na intenção de encontrar do lado esquerdo, um coração que faça par com o meu…

Foi quando perdi a literatura romancista, nebulosa, intitulada expectação, que compreendi que era momento de escrever. Por esses dias você me pediu algo que julguei justo, mas depois de juntar quebra-cabeças dentro de mim, me veio a hesitação combinada a dúvida: Para quê qualquer tipo de aproximação agora? E agi assim: egoísta, como você agiu, com a dissemelhança que lhe dei tempo de pensar no por quê da minha apatia. Mas este teatro de esconderijo, ainda que justo ou injusto não combina nem de longe comigo, por isso optei por me desarmar. Te digo, apenas, que cansei de desalinhar minha calma na intensão de entender o que você sobriamente intitula: “sua razão”. Quero apenas lhe impor um conselho, se me permite, querido: considere a arte de pensar antes de qualquer resolução. O contrário, poderá custar o tempo e um coração.

Naquele mesmo dia a minha compreensão: não importa o tamanho da poça d’água que eu encontre pela frente, é preciso antes calcular o tamanho do meu pulo.

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