Un beau jour. Ou était-ce une nuit?

Uma belo dia, um homem decidido a refazer sua vida, caminha em direção ao banco de uma praça no Leblon. Disposto a retomar o curso de sua vida, ele senta-se sob o firmamento.  Sua mente, um verdadeiro rodamoinho de sensações, lhe remete à lembranças que ele tenta esquecer.  Em vão. Ele lamenta suas dores consigo mesmo e divaga sobre o por quê, quando e como, esta lhe fugiu o controle. Conclui que parte de sua vida, doada, precisa ser reestabelecida e, tomada de volta. Ali, do mesmo ponto em que parou.

Um homem, uma vida, uma ruptura, em um mar de sensações.

Uma bela noite, um homem de nome comum, disposto a refazer a sua vida, caminha em direção à uma praça no Leblon. Disposto a retomar o curso de sua vida, e a esquecer o paraíso mal construído, suas estórias mal escritas, em cadernos amarelados. Ele não lamenta.  Em sua mente uma nova esperança lhe permite redesenhar o futuro que sempre sonhou para si. Desta vez com mais sorrisos.

Um homem, uma pagina em branco, em um mar de sensações.

À distancia, eu ouço seu coração bater.

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Senta aqui, que hoje eu quero te falar

Não a recuse, rapaz!

Você sabe que tudo que ela faz, no fundo, é pensando em te agradar. É pensando que você a reconhecerá de alguma maneira por isso, pelo simples fato dela ter sido a  mulher de sua vida. Aquela, que mesmo com todos os defeitos, urgências e encrencas, sempre esteve ao teu lado, cochichando baixinho em seu ouvido uma palavra de amor.

Espera que eu não terminei! Segure todas essas palavras quando pensar em jogar na cara dela que ela sempre te interrogou demais e, por essa razão você está a deixando. Esqueça essa história. Você deveria saber que a maioria das mulheres gostam quando propomos segurança a elas. É disso que estou falando. De amor! Do mesmo amor que você nunca soube demonstrar.

Se você, hoje, escolher perde-la de vez, talvez descubra tarde demais que ela sempre foi uma grande parte de você.

Desfaça essas malas e volte para os braços dela, rapaz.